


à areia em
fuga, fulgem
os corpos em
mil cios: falsa
palavra, que
cala e braga.
espectro de palavra,
gravetos, à caverna moldada,
cirze um curso, certo




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i
da imagem, do anúncio,
às fontes, livro sobre a mão
de hamlet, sela o templo
sibilino da voz calada.
destruindo-se à imagem,
a palavra advém
sem plenitude, dês
realizada em loucura,
pranto às ânimas frente
à tumba patrocléia.
falas, falsa imagem
à margem flagrante,
os passos da falta,
gema imóvel, casca
despida. soam os
desertos dos peitos,
so(m)branceiro, o peplo
construído de folhas.
ii
à pedra grava, à lei,
de palavras não cantadas,
inscreve com fogo, à
horda primeva, o talento
à face se doa. corda à
boca ata-se, enquanto o
ar cala, vazio corpo. calam-se
ao mármore – luta frente
ao uno, impositivo um.
anjo a som e bosque
toldam moldados espectros,
cristais, anos e faltas:
nula parte o wort,
du wort, paralizada
das mir fehlt! ao oco,
martelado, perché non
parli?, em ícone calado
de si, a si regressando.
o visto – táctil às mãos,








a meio passo da palavra
dor ventre pálida essência
em um caminho só névoa
consomem-se suspiros
sonho ante sonho câmara
v a z i a
solfejo ao tempo nu
sendo medo entre os corpos
mortos postados de silêncio
ainda as palavras tecem
alquebradas de naquim
aos olhos fervilhando
crepúsculo inpensado
ao olho perfaz o odor
m a ç ã
falta a imagem que sem
nadeia a coisa oca