ler o leite da pele
pela ranhura da
página porosa
lenta a tez da carne
rasa e distendida
sobre a cadeira
nua de si rara
de nuncas diz
tensões sôfregas
silente manhã
de agora essas
sedas deixadas
os pés cruzam
o pó azul o livro
à pele.
pela ranhura da
página porosa
lenta a tez da carne
rasa e distendida
sobre a cadeira
nua de si rara
de nuncas diz
tensões sôfregas
silente manhã
de agora essas
sedas deixadas
os pés cruzam
o pó azul o livro
à pele.
Um comentário:
Pensara em trabalhar
papelada atrasada.
Mas depois do seu poema -- e da linda imagem
Resolvi ler
as peles raladas de Sándor Márai
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não faça hoje o que se pode deixar para amanhã
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e essas "deposições"?
rsrsrsrs
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